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Oficinas


ESCRITAS URBANAS com Renato Negrão (Belo Horizonte)




 

“A cidade, atrás de sua aparente brutalidade esconde uma série de imagens poéticas. A Oficina Escritas Urbanas, busca aguçar o olhar para a paisagem gráfica da cidade, com suas escritas de naturezas diversas, repletas de dizeres e slogans, cartazes, sinalizações, que são em geral imperativos de ordem e consumo. Munidos de celulares e câmeras fotográficas simples, os participantes terão contato com procedimentos e estratégias que possibilitem resignificar os textos urbanos e criar novas realidades poéticas.

 

OBJETIVOS

Fomentar um novo olhar poético para a paisagem gráfica da cidade.

Aguçar as relações entre palavra e imagem a partir da fotografia, a partir da produção de imagens fotográficas. 

 

PÚBLICO ALVO

Comunidade em geral, acima de 16 anos, com ou sem experiência, que queira praticar a linguagem poética.

Número de participantes: 15 pessoas

 

SELEÇÃO: os participantes serão selecionados pelos próprios ministrantes de acordo com a análise do parágrafo de intenção, respeitando-se o número de vagas e idade mínima, quando essa estiver determinada.

 

RENATO NEGRÃO

Renato Negrão, BH/MG, formado na UEMG/Guignard. É poeta, autor de Vicente Viciado, Odisseia Vácuo, entre outros e investiga as relações entre palavra, imagem, som e pesquisa o viés pedagógico da criação artística. Contemplado com o prêmio Itaú, Rumos Educação Cultura e arte 2008/2010. Foi curador do Circuito Literário Praça da Liberdade, 2014 e do Ciclo de Literatura Contemporânea/BH em 2019.

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente 

** O participante precisa levar celular com câmera e cabo de transmissão de imagem

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LEITURA DE CARTAS DRAMÁTICAS – Oficina + performance com Lygia Peçanha (Belo Horizonte)




 

A oficina + performance aberta ao público propõe uma experiência de compartilhamento de histórias de amor que se relacionam com a escrita de cartas e a leitura pública de memórias como construção de performance. A Leitura de Cartas Dramáticas busca exercitar o ato de transportar algo privado e individual para o coletivo e público, discutir sobre nossas motivações a escrever, nossa recepção de algo via a oralidade ou a escrita e nossas sociabilidades no mundo de hoje.

 

OBJETIVOS

Num ambiente de afetividade, a oficina tem como objetivo praticar o ato de se relacionar através de histórias contadas e no exercício coletivo de endereçar e responder a algo íntimo e particular discutir sobre nossas motivações a escrever, nossa recepção de algo via a oralidade ou a escrita e nossas sociabilidades.

 

PÚBLICO ALVO

Pessoas interessadas em escrita de cartas e práticas performáticas.

Número de participantes: 20 pessoas

 

SELEÇÃO: os participantes serão selecionados pelos próprios ministrantes de acordo com a análise do parágrafo de intenção, respeitando-se o número de vagas e idade mínima, quando essa estiver determinada.

 

LYGIA PEÇANHA

Lygia Peçanha é artista e educadora, se formou em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG (2015). Seus projetos e investigações são voltados para práticas coletivas em artes visuais, literatura e performance. É criadora da plataforma Seguro Término de Relacionamento, que auxilia pessoas com dificuldades pós término amoroso, também é fundadora e integrante do coletivo #JOYCES.

 

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente

**Os participantes da oficina são convidadas (os) a se apresentarem na performance que integra a programação da FLI-BH

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OFICINA POÉTICA DO SARAU LITERÁRIO COM BRUNA KALIL OTHERO (BELO HORIZONTE)




 

Os objetivos gerais da Oficina Poética do Sarau Libertário são promover exercícios e provocações literárias, a partir da leitura e discussão de textos da literatura brasileira. Pretende-se que os participantes saiam da oficina com vários textos escritos.

 

A Oficina Poética do Sarau Libertário, mediada pela poeta Bruna Kalil Othero, reúne exercícios e provocações literárias com o intuito de incentivar a escrita de poesia por pessoas interessadas no assunto. Haverá leitura e discussão de textos da literatura brasileira, e, a partir deles, surgirão ideias e possibilidades de criação literária. Portanto, os caminhos da poesia vão se dar por meio dos diálogos entre a leitura e a escrita.

 

PÚBLICO ALVO

Pessoas acima de 15 anos interessadas em poesia.

Número de participantes: 20 pessoas

 

SELEÇÃO: Por ordem de inscrição.

 

BRUNA KALIL OTHERO

Bruna Kalil Othero é poeta e pesquisadora, autora dos livros de poesia Anticorpo (2017) e Poétiquase (2015), além de ter organizado as coletâneas A Porca Revolucionária: ensaios literários sobre a obra de Hilda Hilst (2018) e Poéticas do devir-mulher: ensaios sobre escritoras brasileiras (com Constância Lima Duarte e André Magri, 2019). Seu livro ainda inédito Oswald pede a Tarsila que lave suas cuecas foi selecionado no Prêmio de Incentivo à Publicação Literária do Ministério da Cultura no fim de 2018.

 

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COLAGEM CRIATIVA – Recorte e Composição com Roberto Marques (Belo Horizonte)




 

A colagem ainda é uma técnica manual que apresenta enormes possibilidades de criação através da liberdade no uso das formas, do contato com o papel, recorte, composição e do ato de colar sendo uma alternativa muito rica e barata para o desenvolvimento do processo criativo e distanciando-se do fazer digital.

 

OBJETIVOS

Despertar, estimular a criatividade como um todo e apresentá-la como uma técnica que surpreende e inova, permitindo ótimos resultados criativos, de maneira rápida, através do recorte e composição aleatória ou intencional das formas sobre um suporte, gerando sempre novas imagens e arranjos inéditos.

 

PÚBLICO ALVO

Jovens e adultos em geral, estudantes de design, artes visuais, arquitetura, moda, comunicação, psicologia e professores de arte e demais profissionais ligados à área da expressão visual.

Número de participantes: entre 8 e 15 pessoas

 

MATERIAL:

Os participantes selecionados devem levar 1 tesoura média sem ponta e 2 tubos médios de cola bastão.

 

SELEÇÃO: Por ordem de inscrição.

 

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente 

**O participante precisa levar uma tesoura média sem ponta e dois tubos de cola bastão

 

ROBERTO LUIZ MARQUES

Graduado em Comunicação Visual – Fuma (Uemg). Professor Senac/BH, Fuma/Uemg, Puc/MG, Fumec, Inap; entre 1979 e 2011. Oficinas de colagem nas instituições UEMG, UFPR, UFMG, FUNREI, Ateliê Casa da Cultura, Museu Mineiro, Spai. Exposições em Belo Horizonte, Ouro Preto, Curitiba, Brasília.

 

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CAROLINA: A ARTISTA PARA ALÉM DO DIÁRIO com Dalva Maria Soares (Belo Horizonte)




 

Se a trajetória da mulher negra no Brasil de hoje ainda é marcada por contínuos e insidiosos machismo e racismo estruturais, imagine a vida de uma mulher negra, pobre e mãe solo de três crianças no começo do século XX. E imagine, ainda, esta mulher destemida e falante desnudando publicamente o Estado Brasileiro na sua faina de “modernização” a empurrar pretos e pobres para as favelas, o quarto de despejo como ela denominou. Imagine também esta mulher a denunciar a hipocrisia da classe média, a traçar um caminho de feminismo interseccional para fora do lugar determinado à mulher negra até então. Tudo isso num contexto de recente pós-abolição e sob os podres poderes da ditadura militar.  Pois é a esta mulher excepcional — poeta, romancista, sambista, intelectual —, Carolina Maria de Jesus (1914-1977), autora de 9 títulos — entre os quais “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, publicado em 1960, traduzido para 16 idiomas e vendido em mais de 45 países —, que essa oficina presta homenagem.

 

OBJETIVOS

O objetivo é, a partir dos diários de Carolina Maria de Jesus – Diário de Bitita, Quarto de Despejo e Casa de Alvenaria, pensar a potência da escrita de si como gênero literário.  A oficina busca um olhar sobre Carolina para além da favelada que escreveu um livro e procura mostrar a artista que ela era: compositora, dramaturga, contista, romancista, cronista, musicista.

 

PÚBLICO ALVO

Pessoas interessadas na obra de Maria Carolina de Jesus. Acima de 16 anos de idade.

Número de participantes: 20 pessoas

 

SELEÇÃO

Os participantes serão selecionados pelos próprios ministrantes de acordo com a análise do parágrafo de intenção, respeitando-se o número de vagas e idade mínima, quando essa estiver determinada.

 

DALVA MARIA SOARES

Dalva Maria Soares é graduada em Ciências Sociais e  doutora em Antropologia Social. Está professora da Universidade Estadual de Minas Gerais – UEMG. Em 2018, participou juntamente com outras 19 mulheres, da coletânea “Raízes: escritoras negras, resistência histórica”, da Editora Venas Abiertas. É também mãe do João Pedro e escreve para diminuir  a febre de sentir.

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente

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ESCRITA CRIATIVA E A LITERARUA – OFICINA + AÇÃO DO CIRCUITO METROPOLITANO DE SARAUS com Vito Julião, Dione Machado e Dudu Luiz (Belo Horizonte)




CRONOGRAMA:

1- apresentação de participantes e sensibilização a cerca da escrita cri(ativa) de cada um dos presentes

2- cri(ação) poética: hora de escrever e agir com a palavra

3- troca sobre a experiência de escrever em conjunto durante a oficina

4- sarau e apresentação das produções.

OBJETIVOS:
A oficina consiste na sensibilização ao fazer poético da escrita cri(ativa). Faremos uma imersão na maneira como cada participante se relaciona com a poesia e sua escrita, auxiliando a diversificar caminhos e percursos que a palavra pode tomar no nosso íntimo, e vendo como isso impacta na maneira de viver/escrever sobre o mundo que vivemos diariamente, sobre a sociedade e principalmente sobre a Rua.

PÚBLICO ALVO: Maiores de 15 anos interessados na sensibilização a cerca da escrita cri(ativa).

Número de participantes: 20 a 30 pessoas

SELEÇÃO: Por ordem de inscrição

Nascido no final de 2016, o Circuito Metropolitano de Saraus surgiu de um desejo mútuo de pessoas que fazem saraus em BH e Região Metropolitana de se verem, de se (re)conhecerem e dialogar com o “corre” um do outro. Desde então o Circuito vem produzindo uma agenda colaborativa dos saraus da RMBH e também o ConVerso de LiteraRua, em que convida a cena de poesia que circula pelas ruas, para sentar e trocar ideias sobre o que é essa literaRUA que fazemos.

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente

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TRANÇAS DO VERBO – PALAVRA E IMAGINÁRIO AFRO BRASILEIRO com Allan da Rosa (SP)




 

Entre as rodas e fogueiras, o rádio e a roça, os livros e os escadões da periferia, a palavra preta ginga sua sabedoria, sua traquinagem e seus mistérios. Desenhando uma Poesia que coloca o grito e o silêncio pra namorar, sempre trançada à ancestralidade, colocando fogo nas urgências de cada época, mas também oferecendo sereno com seus ritmos e melodias. Nesta oficina vamos abordar a letra negra e a literatura que marca presença na história brasileira e que efervesce na periferia de São Paulo hoje, fornecendo inclusive subsídios e práticas que contemplam os debates sobre a lei 10.639/03.

 

OBJETIVOS

– Aprimorar os conhecimentos sobre as expressões verbais de matriz afro-brasileira e desenvolver a sensibilidade sobre as relações entre fala e escrita, voz e página, corpo e papel, poética e política;
– Compreender a pujança verbal afro-brasileira;
– Introduzir a uma percepção da variedade de estilos e temáticas fortes na expressão literária negra, entendendo seus vínculos com a diáspora africana e suas problemáticas em relação ao mercado editorial brasileiro.

 

PÚBLICO ALVO
Acima de 15 anos de idade.

SELEÇÃO: os participantes serão selecionados pelos próprios ministrantes de acordo com a análise do parágrafo de intenção, respeitando-se o número de vagas e idade mínima, quando essa estiver determinada.

 

ALLAN DA ROSA
Allan da Rosa é autor de ficção, teatro, poesia e ensaio. Integrante do Movimento de Literatura das Periferias de São Paulo. Historiador, mestre e doutorando em Educação pela USP, onde pesquisa ancestralidade, imaginário e cotidiano negro. Escreveu “Zumbi Assombra Quem?” (Finalista Prêmio Jabuti 2018), “Pedagoginga, Autonomia e Mocambagem” (Ensaio sobre cultura negra e educação popular), “Reza de Mãe” (contos), “Da Cabula” (Prêmio Nacional de Dramaturgia Negra Ruth de Souza), “Mukondo Lírico” (Prêmio Funarte Culturas Negras), entre outras obras. Já se apresentou, ministrou oficinas e cursos em universidades, centros culturais, teatros e bibliotecas comunitárias de diversos países, tais como Moçambique, EUA, Cuba, México, Colômbia, Bolívia e Argentina. É capoeira, angoleiro aprendiz, desde 1999.

 

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente

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NARRATIVAS INSUBMISSAS: memória, escrevivência e mandinga com Júlia Elisa (Belo Horizonte)




 

A oficina propõe uma experimentação e reflexão sobre e pela construção de narrativas interdisciplinares, possibilitando exercitar a poesia como dispositivo por uma auto revolução e reencontro de si, a partir de subjetivações insubmissas. Além de reinscrever histórias que foram silenciadas. Através do exercício de resgate das memórias, intermediadas por uma auto ficção, transitaremos por elaborar escrevivências como mandigas por uma descolonização das narrativas poéticas, assim como trabalhar os afetos como potência da criação, auto afirmação e resistência.

 

OBJETIVOS

– Refletir sobre a poesia como dispositivo de elaboração de novas narrativas;

– Descolonizar o ato da escrita;

– Exercitar a memória e o afeto como potências criativas;

– Praticar a escrevivência como um ato de liberdade;

– Compartilhar referências de narrativas intermediadas e insubmissas.

 

PÚBLICO ALVO

Pessoas interessadas, com hábito de escrita ou não, em explorar novas possibilidades das criações poéticas, acima de 15 anos de idade.

Número de participantes: 20 pessoas

 

MATERIAL: *os participantes selecionados devem levar papel, caneta e/ou lápis.

 

SELEÇÃO: os participantes serão selecionados pelos próprios ministrantes de acordo com a análise do parágrafo de intenção, respeitando-se o número de vagas e idade mínima, quando essa estiver determinada.

 

JÚLIA ELISA

Bacharela em Ciências Sociais pela UFMG e mestranda em Comunicação Social na mesma instituição. Poeta, educadora e idealizadora do projeto Preta Poeta.

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente

**O participante precisa levar papel, lápis ou caneta

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OFICINA FEMININA DE RAP – Literatura, Poesia e Rima com Lana Black e Negah Thé (Belo Horizonte)




 

Atividade que incentiva a construção de textos livres em formatos de poemas para serem musicalizados.

OBJETIVOS:
O projeto Oficina Feminina de Rap objetiva a formação de mulheres na cultura Hip Hop, oferecendo oficinas em Belo Horizonte. Contemplando ações socioeducativas e artísticas, incentivando o público feminino que estão inseridos na cultura e pessoas que possuem interesse em conhecerem pouco mais sobre esse universo.

PÚBLICO ALVO
Faixa etária 12 anos. Mulheres e homens.

Número de participantes: 25 a 35 pessoas

SELEÇÃO: Por ordem de inscrição.

 

LANA BLACK
Lana Black é cantora, compositora, poetiza e empreendedora. Atua na música desde dos anos 90, com influências do Soul, Funk, Gospel, MPB, Jovem Guarda. Integrou e ministrou vários projetos como educadora social, colaborando para formação de multiplicadores do seu trabalho dentro e fora de Minas gerais. Com identidade e personalidade forte afirma sua capacidade e legitima o valor do crescimento feminino nas áreas onde antes eram dominadas por homens.

NEGAH THÉ
Negah Thé Militante da Cultura Hip Hop, Produtora Cultural e Educadora social. Uma das idealizadoras do Coletivo Flores do Beco,atua na cena cultural da cidade buscando romper com os ciclos de exclusão e emancipação das mulheres na cena Hip Hop.”

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente

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LEITURA DE IMAGENS – OFICINA DE ESTUDO E ANÁLISES DA IMAGEM DENTRO DO LIVRO ILUSTRADO com Anabella Lopez (Buenos Aires)




 

A ilustração nos livros para crianças é literatura?

Sabemos que literatura é narrativa e que ilustração é linguagem.

Por meio de uma gramática pictórica, o curso analisa a relação entre as linguagens escrita e visual nos livros ilustrados e seus usos como instrumento na leitura de imagens. Com isso, podemos melhor compreender como a ilustração constrói uma narrativa e como ela reflete na lógica interna e interpretação de cada livro.

Após uma breve introdução ao mundo da ilustração de livros, analisaremos alguns dos principais ilustradores do Brasil e do mundo, para entender mais em profundidade a evolução temporal da função da ilustração dentro dos livros.

Serão estudados a teoria de signo de Saussure, os componentes do signo linguístico e a sua polissemia. A teoria de Barthes sobre a Retórica da Imagem e as principais figuras retoricas que aparecem na imagem.

Por último, partindo do livro “Barbazul” (Anabella López – Editora Aletria) e suas ilustrações, faremos um exercício prático grupal de analise da imagem, aplicando todos os conceitos teóricos aprendidos posteriormente. Motivando o debate, discussão e reflexão sobre a relação entre retorica e narrativa, as infinitas possibilidades de interpretação dos leitores e o valor do ilustrador como coautor ou autor integral do livro.

 

OBJETIVOS

Motivar o debate, discussão e reflexão sobre a relação entre retórica e narrativa, as infinitas possibilidades de interpretação dos leitores e o valor do ilustrador como coautor ou autor integral do livro.

 

PÚBLICO ALVO

Ilustradores, artistas plásticos, artistas gráficos, estudantes, professores, bibliotecários e interessados em literatura para crianças e jovens.

 

Número de participantes: 20 pessoas

Data: 29/09 (domingo)

Horário: 15h às 19h

Local: Sala Multiuso 1 CRJ – Centro de Referência da Juventude (Rua Guaicurus, 50 – Centro, Belo Horizonte)

* local da oficina sujeito a alteração

 

SELEÇÃO: os participantes serão selecionados pelos próprios ministrantes de acordo com a análise do parágrafo de intenção, respeitando-se o número de vagas e idade mínima, quando essa estiver determinada.

 

 

ANABELLA LOPEZ Anabella López é formada em Design Gráfico pela Universidade de Buenos Aires, onde tambem leciono vários anos. Em 2013 muda-se ao Brasil, onde funda e coordena, a escola de ilustração “Usina de Imagens” na cidade de Recife. A partir do ano 2009 trabalha exclusivamente como ilustradora e escritora de livros, os quais já foram publicados na Argentina, Brasil, México, EEUU, Canada, França e nos Emirados Árabes. Em 2011 foi selecionada para participar da amostra internacional de ilustração em Sàrmede, Itália: “Le immagini della fantasia”. Em 2014, fico selecionada para participar da Mostra Internacional de Ilustração de Sharjah nos Emirados Árabes. Em 2015 seu livro “A força da palmeira” ganhou o primeiro lugar do Prêmio Jabuti, na categoria de Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil. E em 2017 seu livro “Barbazul” recebeu o Prêmio Cátedra 10, Selo Distinção, outorgado pela Cátedra Unesco de Leitura PUC-Rio. No mesmo ano obtém o Selo Altamente Recomendável 2018 da Fundação do Livro Infantil e Juvenil, e o Prêmio para Melhor Adaptação-Traduçao Reconto Produção 2017. Em 2019 seu trabalho recebe a Menção Honrosa no Concurso Iberomerica Ilustra, da Fundação SM, sendo selecionada para integrar seu famoso catalogo e participar da Feira do Livro de Guadalajara, México.Já tem publicado mais de trinta títulos ao longo da sua carreira, e alguns dos seus trabalhos já foram animados para a TV pública argentina.

 

*Atividade destinada ao público inscrito e selecionado previamente

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