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Programação

Abertura Oficial do 3º Festival Literário Internacional de Belo Horizonte.


 

Júlia Elisa (Belo Horizonte): Bacharela em Ciências Sociais pela UFMG e mestranda em Comunicação Social na mesma instituição. Poeta, educadora e idealizadora do projeto Preta Poeta.

Duração: 30 minutos


 

 

Vocalização, por Ricardo Aleixo, de poemas de Adão Ventura escritos em diversas fases de sua trajetória.

Ricardo Aleixo (Belo Horizonte):

Belo-horizontino de 1960, Ricardo Aleixo é poeta, artista visual e sonoro, performador, pesquisador das poéticas da voz e do corpo, cantor, compositor, ensaísta e editor. Publicou, entre outros, os livros Pesado demais para a ventania (Todavia, 2018), Antiboi (LIRA/Crisálida, 2017 – finalista do Prêmio Oceanos 2018) e Modelos vivos (Ed. Crisálida, 2010 – finalista dos prêmios Portugal Telecom e Jabuti 2011). Já fez performances na Alemanha, na Argentina, em Portugal, na França, no México, na Espanha, nos EUA e na Suíça.


Duração:
30 minutos


 

Mesa Temática em homenagem a Adão Ventura, a quem o FLI-BH – Festival Literário Internacional de Belo Horizonte – celebra e dedica esta edição. Um grande poeta brasileiro, negro, que se vivo fosse completaria 80 anos – seu octogésimo aniversário em 2019. Autor de Abrir-se um abutre ou mesmo depois de deduzir dele o azul (1970), As musculaturas do Arco do Triunfo (1976), A Cor da Pele (1981), Jequitinhonha – Poemas do Vale (1980), Texturaafro (1992) e Litanias de Cão (2002), Adão Ventura terá a sua trajetória poética e contribuição literária evidenciadas pelos convidados da mesa. 

Ministrantes:

Ricardo Aleixo (Belo Horizonte)

Belo-horizontino de 1960, Ricardo Aleixo é poeta, artista visual e sonoro, performador, pesquisador das poéticas da voz e do corpo, cantor, compositor, ensaísta e editor. Publicou, entre outros, os livros Pesado demais para a ventania (Todavia, 2018), Antiboi (LIRA/Crisálida, 2017 – finalista do Prêmio Oceanos 2018) e Modelos vivos (Ed. Crisálida, 2010 – finalista dos prêmios Portugal Telecom e Jabuti 2011). Já fez performances na Alemanha, na Argentina, em Portugal, na França, no México, na Espanha, nos EUA e na Suíça.

Gustavo Tanus (RN)

Doutorando em Estudos da Linguagem / Leitura do Texto Literário e Ensino (UFRN) Mestre em Teoria da Literatura e Literatura Comparada / UFMG, tendo atuado na Formação Intercultural de Educadores Indígenas (Faculdade de Educação/UFMG). Pesquisador e integrante da comissão editorial do literafro, Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade (NEIA/Faculdade de Letras/UFMG).

 

Mediação:

Jussara Santos (Belo Horizonte)

Professora, educadora e escritora, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Formada em Letras pela UFMG. Mestre em Letras pela PUC/MINAS e Doutora em Literaturas de Língua Portuguesa pela mesma instituição. Pesquisadora da produção literária afrodescendente. Escritora, vencedora, entre outros, do Prêmio BDMG CULTURAL/POESIA – 2005. Idealizadora do Projeto LATEMA (Lata poema).

Duração: 75 minutos 


 

Três histórias, contadas em sequência, que registram importantes visões de mundo de diferentes culturas. “Como as histórias vieram para na terra”: da tradição oral africana, recolhida e registrada por Celso Sisto, conta como uma criatura meio homem meio aranha consegue a caixa de histórias do imperador do céu. “Como surgiu a noite”: da tradição oral dos povos da Floresta Amazônica, recolhida e registrada por Heloísa Prieto, conta o surgimento da noite segundo esses povos. “A mensagem secreta”: da tradição oral  da Pérsia, recolhido e registrado por Heloísa Prieto, conta como uma mensagem secreta liberta uma ave.

 

Édina Calegaro (SC)

Formada em Biblioteconomia – Gestão da informação pela UDESC 2017. Pós-graduada em Contação de histórias e Literatura Infanto juvenil pela AUPEX 2014. Formada em Pedagogia – Orientação Educacional pela UNIJUI em 1992. Contadora de Histórias da Biblioteca Central Comunitária da Univali de 2006 até 2018. Experiência com diversos públicos com idades entre 3 a 60 anos.

 

Duração: 50 minutos


Trata-se de encontros para aproximar os participantes de poetas famosos como Carlos Drummond…Adélia Prado, e de outros não tão conhecidos, mas também talentosos, além de suas respectivas obras. Sempre que possível o poeta do mês é convidado a vir pessoalmente para uma roda de conversa durante o Sarau.

Duração: 60 minutos


 

O Menino Sabino é uma apresentação de narração de histórias de carácter lítero-musical inspirada na obra O Menino no espelho e outras crônicas de Fernando Sabino. Promove um momento delicado e lúdico arreigado de muita sonoridade e memória, onde a palavra e a música se encontram para homenagear e divulgar a obra desse escritor que tanto retratou as paisagens e o povo belorizontino. 

Cia Canta Contos (Belo Horizonte):

Companhia de Narração de Histórias com carácter lítero-musical formada pela narradora Bárbara Amaral e os músicos Babu Xavier e Tininho Silva. A Cia Canta Contos realiza projetos vinculados às festas tradicionais brasileiras (Carnaval, Festa Junina etc.). E o trabalho Africanidades que valoriza a cultura afro-brasileira através da divulgação de contos, histórias, poesia e música. 

Duração: 50 minutos 


 

As belas imagens dos Te heys (pescaria do conhecimento) feitas por  D. Liça, e com as quais professores pataxoop formam e alfabetizam suas crianças,  são testemunhos vivos de que a peculiaridade das narrativas do povo Pataxoop não se afastam dos seus saberes ancestrais. E é também  neste contexto que a antropóloga Claudia Magnani nos apresentará como os registros dos Cantos da Embaúba, junto às práticas e os saberes das mulheres Maxacali  da Aldeia Verde (em Ladainha, MG), estão também intimamente relacionados à forma delas serem e estarem no mundo.

 

Dona Liça Pataxoop e Kanatyo Pataxoop (Itapecerica – MG)

Originários do Sul da Bahia, os Pataxoop de Minas Gerais vivem principalmente na Fazenda Guarani, no município de Carmésia, totalizando aproximadamente 400 pessoas. Outros grupos vivem no município de Itapecerica, na Aldeia Muã Mimatxi; no Município de Açucena, na Aldeia Geru Tucunã; no Município de Guanhães, na Aldeia Mirueira e no Município de Araçuaí, na aldeia Jundiba Cinta Vermelha, juntamente aos Pankararu. A população de Pataxoop também é grande nas regiões urbanas de Minas Gerais. 

 

Cláudia Magnani (Itália): Antropóloga e professora de Literatura Italiana na Fundação Torino, com pesquisa nas áreas de Educação Intercultural, etnologia ameríndia e estudos de gênero. Possui Mestrado e Graduação em Antropologia, pela Escola de Letras da Universidade de Bolonha (2006) e Doutorado em Educação pela UFMG.

 

Mediação: Ana Gomes (Belo Horizonte)

Ana Maria R. Gomes é Professora Titular na Faculdade de Educação da UFMG, onde atua desde 1999 explorando as interfaces entre Antropologia e Educação. Após pesquisas com crianças nas favelas de Belo Horizonte; e com crianças ciganas nas escolas públicas italianas, dedicou-se ao tema da aprendizagem em suas relações com a cultura, e às atividades de ensino, pesquisa e extensão com povos indígenas em Minas Gerais e no Brasil.

 

Duração: 75 minutos


 

Nas experiências marcantes,  como as da ilustradora Ciça Fittipaldi junto aos Yanomami  (que ela própria nomeia como uma verdadeira “masterclass de desenho”)  e da antropóloga carioca Aparecida Vilaça com os Wari’, (e especialmente com Paletó, seu pai indígena), vemos a fronteira tênue – e por isto mesmo essencial – entre arte, conhecimento  e vida. 

 

Aparecida Vilaça (RJ)

Aparecida Vilaça é doutora em antropologia e professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional (UFRJ), pesquisadora do CNPq e da Faperj. Desde 1986 estuda os Wari’, povo indígena habitante de Rondônia. É autora de diversos livros acadêmicos, sendo Paletó e eu o primeiro relato pessoal de sua experiência. 

 

Ciça Fittipaldi (GO)

Ciça Fittipaldi é paulistana e vive em Goiás, centro oeste brasileiro. Ilustradora e autora de livros para crianças, seu trabalho é fortemente marcado pelo interesse nas culturas indígenas, africanas e afro brasileiras. Foi destacada no prêmio APCA em 1986.  Recebeu o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro em 1988, 1990 e 2014. Tomou parte do júri da Bienal de Ilustrações de Bratislava em 2009 e do Prêmio Jabuti em 2015 e 2016. Foi a indicada brasileira pela IBBY / FNLIJ ao prêmio Hans Christian Andersen em 1994, 2016 e 2018.

 

Mediação: Tainah Leite (Belo Horizonte)  

Doutora em Antropologia Social, trabalhando junto aos Ninam/Yanomami do Norte Amazônico. É pesquisadora associada ao Laboratório de Inovações Ameríndias – LInA (UFRJ) e ao grupo Antropologia nas escolas (AnE-Nuq/UFMG). Possui experiência com produção editorial em línguas indígenas no contexto da ação Saberes Indígenas na Escola. Atualmente é técnica em antropologia do IPHAN-MG, atuando no campo do patrimônio cultural.

Duração: 75 minutos 


Narração de histórias para crianças de todas as idades. O repertório parte de textos literários consagrados junto ao público infantil, bem como de narrativas da tradição oral.

 

Samuel Medina (Belo Horizonte): é escritor, contador de histórias e mediador de leitura. Formou-se bacharel em Letras pela UFMG e atua como servidor da Fundação Municipal de Cultura na Gerência de Bibliotecas e Promoção da Leitura e da Escrita. Faz parte do Coletivo Simples de literatura e poesia.

Duração: 40 minutos


 

Identidade em Imagens: Percorrer  a obra de Edson Ikê é descobrir as diferentes possibilidades – tanto na área do design quanto na ilustração – de um trabalho expressivo e harmonioso e que  mantém forte identidade com a cultura afro brasileira.

 

Edson Ikê (SP)

Passou por editoras, estúdios, agências, e hoje está a frente de seu estúdio Ensaio Gráfico. Atualmente, faz ilustrações para livros didáticos (impresso e digitais), jornais, revistas, cartazes, em que a xilogravura é a base estética de suas produções. Ilustrou os livros , “Soccerverse Poems About Soccer” para editora americana WordSong.“Zumbi Assombra Quem?” da editora Nós, “No balanço da Maré” e “Sofi a pipa bailarina”, Editora Evoluir.  A galeria de arte Smith & Lens (EUA/Mississipi) expôs suas gravuras em 2016. Foi indicado para os prêmios Esso e Abril Jornalismo pela matéria que ilustrou “África e Brasil: unidos pela história e cultura” pela revista Nova Escola pela editora Abril. É representado pela Marlena Agency (EUA), que trabalha com ilustradores e ilustradoras do mundo inteiro.

 

Duração: 70 minutos 


 

O Sarau Biqueira Cultural é uma ação da  Biqueira Cultural – Biblioteca Itinerante. A proposta intenciona promover a troca de livros e um Sarau com abertura para a participação de poetas convidados e do público presente. A classificação é livre e haverá intervenções de contação de histórias, pensando no público infantil. 

Na biblioteca, aproximadamente 300 títulos da literatura, serão disponibilizados para troca.

 

Biqueira Cultural (Belo Horizonte): é uma Biblioteca Itinerante que realiza trocas e empréstimos de livros, saraus e oficinas de mediação de escrita e leitura em áreas periféricas de Belo Horizonte e RMBH desde 2015 proporcionando acesso democrático à literatura e promovendo a leitura sustentável.


 

Bate-papo sobre a inserção de novas vozes de representação popular e de como essas movimentações vêm possibilitando uma maior democratização do espaço literário no Brasil e alargamento dos horizontes da produção artística, ampliando os suportes que hoje vão além do livro impresso, acompanhando a convergência das mídias.

 

Cidinha da Silva (Belo Horizonte):

Doutoranda no programa Multi-Institucional e Multidisciplinar em difusão do conhecimento da Universidade Federal da Bahia; editora do Blog da Cidinha, consultora e colunista no portal Revista Fórum.

 

Iris Amâncio (Muriaé -MG):

É professora de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, de Literatura Portuguesa e de Estudos Comparados em Literaturas de Língua Portuguesa na Universidade Federal Fluminense, Mestre em Literaturas de Língua Portuguesa pela PUC Minas (1996), doutora em Estudos Literários/Literatura Comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais (2001) e Pós-doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014), como também em Literaturas Africanas pela Universidade de Coimbra (2014). Coordena o laboratório e grupo de pesquisa LICAFRO (Letras/UFF/CNPq); colabora com várias Instituições de Ensino Superior do País, além de participar de diversas iniciativas científicas, socioculturais e políticas no Brasil e no Exterior, voltadas para as literaturas e culturas africanas e afro-brasileira, as relações coloniais Portugal-África, assim como para a equidade das relações étnico-raciais e de gênero.

 

Mediação:

Etiene Martins (Belo Horizonte)

Graduada em Publicidade e Propaganda e em Jornalismo Multimídia . Especialista em Comunicação e Saúde. Possui experiência profissional na área de Comunicação, em especial nos segmentos que têm como público alvo a população negra brasileira. Pesquisa principalmente as relações étnico raciais na comunicação.

 

Duração: 75 minutos


 

Neste encontro, o  artista plástico Agnaldo Pinho apresenta  bonecos e objetos produzidos por ele, nos dando a oportunidade de adentrar no universo mágico dos autômatos e constatar como (muito antes de Gepetto e ainda hoje),  pequenos pedaços de madeira, quando tomam vida, contam histórias que nos arrebatam.

 

Agnaldo Pinho (BH)

É bacharel em Artes Plásticas com especialização em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG, onde paralelamente  trabalhou no Grupo Giramundo. Além de artista visual é bonequeiro, cenógrafo e também construtor de autômatos. Fundou e dirigiu a Traquitana  Brinquedos, uma loja especializada em brinquedos artesanais e educativos, Atualmente fundou e dirige a Bonecaria.com um atelier de bonecos e autômatos.

 

Duração: 70 minutos 


 

Encontro entre poetas que através das suas trajetórias poéticas e vivências, irão conversar sobre os movimentos literários de Poesia Falada e quais as contribuições destes movimentos para a democratização do espaço urbano, apropriação e ressignificação do lugar e os impactos destes movimentos no processo de popularização da poesia falada no país.

 

Sérgio Vaz (SP)

É Poeta e agitador cultural, autor de 8 livros. Co fundador do Sarau da Cooperifa, criador do cinema na laje, Projeto Poesia nos muros, autor do Projeto “Poesia contra violência” que percorre as escolas públicas da região batendo um papo sobre poesia e cultura. 

 

Mediação: Zi Reis  (Belo Horizonte)

Multiartista pé vermelho de origem baiana. Cresceu no bairro Nacional em Contagem – MG. Poeta marginal e artista visual, seu trabalho transita por múltiplas áreas especialmente a arte urbana, a escrita literária e o cinema. Em 2014 começou a produzir o Sarau Vira Lata e em 2016 foi umas das poetas finalistas do SLAM-BR – Competição nacional de poesia falada. Compõem os coletivos Manas, Filme de Rua e a Amargem Crew.  

 

Duração: 75 minutos


 

Roda de conversa antecedida por uma entrevista a ser realizada pela professora Heloísa Starling Titular da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, no Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais, acerca do mais novo lançamento do autor: Ganhadores. Obra que reconstitui a história dos negros de ganho, ou ganhadores, protagonistas de uma insólita greve que paralisou o transporte em Salvador durante vários dias em 1857.

 

João José Reis (BA)

É professor do programa de pós-graduação em história da Universidade Federal da Bahia. Dele, a Companhia das Letras publicou, entre outros, A morte é uma festa, pelo qual recebeu os prêmios Jabuti (categoria ensaio) e Haring (melhor obra historiográfica latino-americana), e Rebelião escrava no Brasil. Em 2017 o autor ganhou da Academia Brasileira de Letras o prêmio Machado de Assis pelo conjunto da obra.

 

Mediação: Heloísa Starling (Belo Horizonte) 

Nasceu em 1956. Historiadora e cientista política, é professora titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É autora de, entre outros, Os senhores das gerais (1986), Lembranças do Brasil (1999), Brasil: uma biografia (2015), com Lilia Moritz Schwarcz, e República e democracia: Impasses do Brasil contemporâneo (2017).

 

Duração: 70 minutos 


(Cartola Filmes | Brasil | 2015 | Websérie | 80 min / 20 episódios de 4’)

O programa de episódios curtos convida grandes escritores para falar dos livros que marcaram suas vidas e influenciaram suas próprias obras. Milton Hatoum, Luiz Ruffato, Bernardo Carvalho, Marçal Aquino, Fernanda Torres, Marcelino Freire, Lourenço Mutarelli, Carola Saavedra, entre outros, narram experiências pessoais como leitores e se propõem a debater literatura a partir da relação afetiva que estabelecem com suas obras prediletas.

Classificação indicativa: Livre 


*Programação Associada Programa Cena Plural

Neste trabalho, a narradora Aline Cântia e o músico Chicó do Céu deixam a luz de casa acesa para iluminar o caminho de quem bater na porta. Com contos e canções que falam de esperança, convidam o público para tomar um chá e desfrutar de uma noite de escuta e de celebração da palavra viva e pulsante. 

 

Abrapalavra (Belo Horizonte):

O projeto é  formado pela narradora de histórias e pesquisadora Aline Cântia e pelo músico e compositor Chicó do Céu – dois artistas que encontraram na narração, a linguagem ideal para pensar, atuar e dizer sobre esta arte (milenar) da palavra.

Duração: 50 minutos


 

São histórias que venho ouvindo desde criança na esteira na porta de casa e que em 2013, através do edital Microprojetos Rio São Francisco, circulei por cidades do baixo São Francisco em Alagoas e Sergipe, contando e ouvindo histórias de Mero, Nego D’água, Mãe D’água, fogo corredor, histórias que encantam os ribeirinhos do Rio São Francisco.Encantados das Águas é um repertório de histórias que ouvi nas andanças rio abaixo, rio acima.

 

Linete Matias (AL)

Linete Matias  é de Piaçabuçu-AL. É Narradora Tradicional de Histórias, formada em Teatro Licenciatura pela Universidade Federal de Alagoas –UFAL. Professora de Arte de Educação Básica do Estado de Sergipe, pesquisadora da cultura Popular de Tradição e Musicista Popular.

 

Duração: 60 minutos 


 

Para Rampazo, “um livro é só o início para uma série de reflexões”. E sem dúvida suas obras  evidenciam isto. Com um domínio crescente das possibilidades do objeto livro e da narrativa de um livro ilustrado, o  ilustrador e autor paulista traz, como no recém-publicado “Pinóquio – o livro das pequenas verdades”, respostas múltiplas para verdades que julgamos absolutas.

 

Alexandre Rampazo (SP)

É ilustrador, autor de livros infantis e formado pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Trabalhou como diretor de arte e designer, criando capas de livros e projetos editoriais.

 

Duração: 70 minutos


 

A água é um dos quatro elementos da natureza e carrega em si uma gama de simbolismos que a tornam reconhecida principalmente pelo aspecto da vida intrínseco a ela. Águas doces, salgadas, turvas ou límpidas, todas já foram cenários de pequenas e grandes histórias de diferentes culturas e tradições. Neste espetáculo o universo das águas é cantado e contado através de lendas, micro contos, poemas e outros repertórios narrativos, que são permeados por canções tradicionais populares e jogos e brincadeiras musicais. A lenda da origem do Rio São Francisco, Velha História (de Mario Quintana) e Cobra Norato são algumas das histórias que a Cia Pé de Moleque apresenta em um universo mítico e lúdico, numa travessia que conduz ao encontro profundo consigo mesmo. Um espetáculo para todas as idades. Para seres humanos com sede de histórias!

 

Cia pé de Moleque (BH)

Constituída por Isaac Luis (Músico, narrador de histórias e educador musical) e Juliana Daher (atriz, cantora, narradora de histórias) em 2013. Realiza apresentações e oficinas em eventos direcionados ao público infantil, bem como formação de educadores e público em geral que lida com a infância.

Duração: 50 minutos 


São histórias que venho ouvindo desde criança na esteira na porta de casa e que em 2013, através do edital Microprojetos Rio São Francisco, circulei por cidades do baixo São Francisco em Alagoas e Sergipe, contando e ouvindo histórias de Mero, Nego D’água, Mãe D’água, fogo corredor, histórias que encantam os ribeirinhos do Rio São Francisco.Encantados das Águas é um repertório de histórias que ouvi nas andanças rio abaixo, rio acima.

 

Linete Matias (AL)

Linete Matias  é de Piaçabuçu-AL. É Narradora Tradicional de Histórias, formada em Teatro Licenciatura pela Universidade Federal de Alagoas –UFAL. Professora de Arte de Educação Básica do Estado de Sergipe, pesquisadora da cultura Popular de Tradição e Musicista Popular.

 

Duração: 60 minutos


 

No espetáculo o griot menino carlos barbosa convida o griot velho sr. uraci micael respeitável contador de histórias de belo horizonte e região para juntos, numa mescla de contos africanos, afro brasileiros e cantigas de domínio público que expressam poesias. Resgatar e preservar a memória ancestral africana. promovendo a integração das coletividades por meio da tradição oral.

Carlos Barbosa (Belo Horizonte/MG)

Carlos Barbosa é integrante do coletivo narradores de contadores de BH; do grupo de contadores de histórias da Copasa, do Grupo Aýo – Encontro Negro de Contação Histórias. É pesquisador de cultura popular fotógrafo de natureza.

Uraci Michael (Contagem/MG)

Contador de histórias e Poeta. 

 

Duração: 60 minutos


 

(Poema “Mnemosine” – Leda Maria Martins).  

A produção literária  de grupos e movimentos poéticos, que questionam e rompem com os padrões estéticos estabelecidos pertence a uma vanguarda lírica que anuncia e revela o quão vasta e diversas são as vozes de representações artísticas dentro do campo literário. 

 

Márcio Junqueira (BA)

Marcio Junqueira  é Poeta, Professor e Artista Visual. Seu trabalho gravita em torno de temas como : subjetividade; homoerotismo; escritas de si; e autoficção. Editou a Antologia/Coleção Rabiscos  e integra (juntamente com Clarissa Freitas , Lucas Matos e Thiago Gallego) o projeto multimídia Bliss não tem bis (www.blissnaotembis.com).Trabalha como professor de Literaturas em Língua Portuguesa no campus XVIII da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).Publicou, em 2015, seu primeiro livro solo LUCAS (Sociedade da Prensa, SSA).Vive no Arraial d’Ajuda.

 

Kika Sena (AL)

Kika Sena é arte-educadora, atriz, escritora poeta e performer alagoana radicada no DF. Sereia vulcânica atlântica aflita é mestranda em artes cênicas na Universidade de Brasília. Lançou em 2017 o livro “Periférica”, pela Padê Editorial, antecedido por “Marítima”, publicação independente.

 

Mediação: Juhlia Santos (Belo Horizonte)

Juhlia Santos é travesti preta, jornalista, atriz, performer, artivista, produtora cultural, agitadora cultural, pesquisadora de gênero, conselheira no quilombo Manzo e cofundadora da plataforma artística PretasT.

 

Duração: 75 minutos 


 

Maria Carolina Fenati (Belo Horizonte)

É editora da Chão da Feira e professora. Formada em História pela UFMG, estudou literatura portuguesa contemporânea em Lisboa durante o mestrado e o doutorado. Fundou a Chão da Feira em 2011, quando ainda vivia em Portugal, e já de volta a Belo Horizonte, continua a organizar a coleção Caderno de Leituras, a revista Gratuita, e a publicação dos livros junto a outras três mulheres que compõem a editora.

 

Duração: 90 minutos 


 

Menções honrosas” no nosso FLI BH de 2019, Leda Maria e Ailton Krenak nos trazem continuamente não só testemunhos pessoais de resistência e  lucidez como também ecoam vozes – ao mesmo tempo singulares e plurais – dos povos tradicionais. 

 

Leda Maria Martins (Belo Horizonte)

Poeta, ensaísta e dramaturga. Dra em Letras/Literatura Comparada pela UFMG, Mestre em Artes pela Indiana University, Estados Unidos. Pós-Doutorado em Performances Studies pela New York University, Tisch School of the Arts. Profª aposentada da UFMG. Diretora de Ação Cultural da UFMG (2014-2018). Autora de vários livros e ensaios publicados no Brasil e no exterior. Em 2017 foi homenageada com a criação do Prêmio Leda Maria Martins de Artes Cênicas Negras (BDMG).

 

Aílton Krenak (Itabirinha – MG)

Ativista indígena dos direitos humanos, pertence à etnia Krenak. Em 1987, liderou a luta pelos princípios inscritos na Constituição Federal do Brasil, durante a Assembleia Constituinte. Recebeu vários prêmios, entre eles, o “Prêmio Internacional de Direitos Humanos” para a América Latina Letellier Moffite – Washington, o Prêmio Onassis “Homem e Sociedade”, da Fundação Aristóteles Onassis – Grécia; o “Prêmio Nacional de Direitos Humanos” – Brasil.

 

Mediação: Rosália Diogo (Belo Horizonte)

Professora de Educação Básica na  Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte. Jornalista. Mestra em Psicologia Social, pela UFMG. Dra. em Letras/ Literatura, pela PUCMinas. Pós-doutora em Antropologia Social pela Universidade de Barcelona. Conselheira Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Belo Horizonte.  Chefe do Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado. Autora dos livros Mídia e Racismo, e Rasuras no Espelho de Narciso. 

 

Duração: 75 minutos 


 

Ãgtux

(Tania Anaya | Brasil | 2005 | Documentário / Animação | 22 minutos)

ÃGTUX, em Maxacali, é ‘contar histórias’. O filme traz algumas histórias deste povo que vive no Vale do Mucuri, Minas Gerais, costurando imagens da aldeia com animações. Donos de um notável refinamento plástico e sonoro revelado em desenhos, pinturas, roupas, cantos, poemas, os Maxacali, como a maior parte dos povos indígenas do Brasil, vivem sob uma sombra de miséria. Mas isso já é vastamente divulgado pelos jornais e tevês. O filme busca o que falta nas notícias: a riqueza de suas manifestações plásticas, sua língua, sua vida cotidiana, enfim, sua capacidade de superação da ‘pobreza’. 

Classificação indicativa: livre

 

O Povo Dourado Somos Todos Nós 

(Cecília Engels / Daniela Perente / Felipe Kurc | Brasil | 2015 | Documentário | 63 minutos) 

Um conto tupi guarani sobre a criação do mundo. Um maestro de uma orquestra de jovens alemães. Um encontro musical, social, cultural. O poder do mito e a transposição da barreira linguística através da música. Quando duas fases de uma mesma criação se encontram.

Classificação indicativa: livre


 

Espetáculo de spoken word, atividade literária que reverencia a poesia falada e a oralidade. Inspirada nas Rodas de Poesia tradicionais na região nordeste do Brasil e pelos movimentos contemporâneos da poesia brasileira, a Roda BH de Poesia é palavra viva, um corpo lírico formado por poetas e artistas que trabalham a palavra através de diferentes suportes, técnicas e experimentações.

 

Articulação cultural: Juliana Pacheco (Belo Horizonte), Luana Costa (Belo Horizonte) e Pedro Bomba (SE) 

 

Convidados:  Allan Jonnes (SE), Cláudia Manzo (Chile), Douglas Din (Belo Horizonte), Eduardo Dw (Belo Horizonte), Elisa de Sena (Belo Horizonte), Idylla Silmarovi (Belo Horizonte), Jéssica Rodrigues (Belo Horizonte), Márcio Junqueira (BA), Pedro Bomba (SE) e Ventura Profana (BA). 

 

Duração: 120 minutos


 

Concebida pelo ilustrador e artista plástico Marcelo Xavier esta ação/intervenção que potencializa o que a arte realmente deve e pode ser: espaço de encontro e de visibilidade. Durante toda a Ação as obras, (livros, poemas, desenhos, e ou quaisquer outras formas de objeto artístico) serão exibidas de forma espontânea. E ao final, como em um verdadeiro banquete, poderão ser escolhidas e levadas, de graça, pelos passantes e/ou participantes.

 

Marcelo Xavier (Belo Horizonte)

Marcelo Xavier é artista plástico, escritor, ilustrador, cenógrafo, figurinista, carnavalesco e formado em publicidade pela PUC-MG. Tem 21 livros publicados, sendo 16 literatura infantil. Desde 1986 desenvolve um trabalho de ilustração tridimensional com massa de modelar, recebendo por ele importantes prêmios. Idealizador do bloco “TODO MUNDO CABE NO MUNDO”, presente no carnaval de Belo Horizonte desde 2016.

 

Duração: 240 minutos


 

*Atividade com tradução simultânea

A colombiana Silvia Castrillón, referência internacional em políticas públicas de leitura, é também voz atuante na defesa das bibliotecas escolares como “comunidades de leitores e escritores”, e grandes aliadas na luta contra a exclusão. Questões estas cada vez mais pertinentes e atuais, com todas suas implicações éticas, educacionais e políticas.

 

Silvia Castrillón (Colômbia)

Bibliotecária da Universidade de Antioquia. Iniciou o debate sobre as políticas públicas de leitura na Colômbia com a criação de diferentes entidades: a Associação Colombiana de Livros Infantis e Juvenis, Fundalectura e Asolectura. Foi consultora de organizações internacionais na área de leitura, escrita, bibliotecas e literatura infantil: OEA, OEI, CERLALC, UNESCO e de alguns governos de países da América Latina. Atuou como Jurada de prêmios de Literatura Infantil: nacional e internacional.  Realiza palestras em diversos eventos nacionais e internacionais. É autora de livros publicados na Colômbia, Brasil, México e Argentina

 

Mediação: Daniela Figueiredo (Belo Horizonte)

Pedagoga, formada pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), mestre em educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).  Como servidora da Fundação Municipal de Belo Horizonte (FMC/PBH) tem atuado principalmente em políticas públicas para a promoção da leitura.  

Duração: 120 minutos


Momento de compartilhar histórias e memórias.

 

Duração: 120 minutos


 

Bem humorada apresentação de música, poesia e histórias, acompanhada por ilustrações feitas na hora. Especialista no contato com o público leitor, Zigg nos convida a um olhar criativo sobre o mundo. Entretenimento cultural de impacto e para todas as idades.

 

Ivan Zigg (RJ)

Autor em mais de cem livros infanto-juvenis, seja como escritor ou ilustrador, Zigg está hoje entre os nomes mais atuantes pela democratização da leitura no Brasil. Em 2004 recebeu o Prêmio Jabuti de Ilustração Para Livro Infantil. Considerada pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil como Altamente Recomendável, sua obra inclui livros como Todos os Meus Sonhos, Quando os Tam-Tans Fazem Tum-Tum, O Livro do Rex, O Elefante Caiu, Segredo e Só um Minutinho. Artista múltiplo, com vivencia musical e circense, Zigg trabalha com o encantamento como principal ferramenta de formação do leitor em encontros que unem pais, filhos e educadores. 

 

Duração:  45 minutos


 

Quando a  ilustração e o design, além de darem visibilidade à propostas  autorais, incorporam características, não só narrativas, mas também de renovação de linguagens. 

 

Gustavo Piqueira (SP)

Autor de 25 livros de difícil classificação, todos marcados pela livre mistura entre texto, imagem, design e História. À frente da Casa Rex, também é um dos designers gráficos mais premiados do Brasil, com quase 500 prêmios internacionais de design.

 

Anna Cunha (BH)

Ilustradora, graduada em Artes Plásticas pela UEMG e pós-graduada em Ilustração, pela EINA – Universitat Autònoma de Barcelona.  Já ilustrou mais de 20 livros, para editoras brasileiras e estrangeiras, e recebeu o prêmio AEILIJ pelo seu trabalho. Foi por diversas vezes finalista do Prêmio Jabuti e recebeu menção honrosa no Prêmio João-de-Barro. 

 

Mediação: Samara Coutinho (Belo Horizonte)

Bacharel em Letras com ênfase em Tecnologias da Edição pelo CEFET-MG, atualmente é mestranda no Programa de Pós Graduação em Estudos de Linguagem na mesma instituição. Pesquisadora na Linha IV (Edição, Linguagem e Tecnologia), seu trabalho tem como foco as editoras independentes sob uma perspectiva multidisciplinar que engloba Letras, Design e Administração. Também atua como produtora editorial.

 

 

Duração: 75 minutos


 

Textos retirados dos livros Manuelzão e Miguilim e Sagarana do escritor João Guimarães Rosa. Os textos são narrados com sentimentos e delicadeza pelo Grupo de Contadores de Estórias Miguilim de Cordisburgo/MG.

 

Grupo Miguilim (Cordisburgo – MG)

A Associação dos Amigos do Museu Mineiro atua em parceria com o Museu Casa Guimarães Rosa – MCGR, equipamento da Superintendência de Museus e Artes Visuais, da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais. O MCGR, fundado em 1974, em homenagem à vida e obra do escritor João Guimarães Rosa, em sua cidade natal Cordisburgo, desenvolve desde 1997 o projeto educativo conhecido como Grupo de Contadores de Estórias Miguilim. Composto atualmente por cerca de 30 jovens, entre 10 e 18 anos, o Grupo recebe treinamento e formação permanente em técnicas de narração de estórias e conteúdos sobre a vida e obra do grande autor brasileiro.

 

Duração: 30 minutos


 

Os poemas retratam Itabira no século passado, os acontecimentos da época e o olhar do poeta já para o futuro.

Programa Sociocultural Drummonzinhos (Itabira – MG)

O programa acontece em Itabira – MG desde 2001 em parceria com as secretarias municipais de ação social e educação.

Duração: 40 minutos


 

Apresentação de literatura popular em verso.

Sérgio Pererê (Belo horizonte): De djembé a guitarra, de charango a rabeca, Sérgio Pererê é um multi- instrumentista, com destaque para o trabalho como percussionista. Trata-se também de um intérprete de timbre peculiar, melódico e potente, que adota no palco uma persona artística magnética. Soma-se a isso o compositor profundo – mas que não se perde em hermetismos – cujas composições já foram gravadas por nomes como Ceumar, Titane e Fabiana Cozza. Mineiro de Belo Horizonte, Pererê fez parte dos grupos Pedra de Tucum, Avone e Tambolelê – com o qual excursionou pela Europa, EUA, Nova Zelândia e México.

 

Duração: 50 minutos


 

O universo literário presente no olhar e na escrita juvenil. Apresentação poética de textos autorais.

 

João e Raisla (BH)

Os irmãos Raisla Maria, 14 anos, e João Lucas, 16 anos, são artistas jovens que atuam como atores, modelos, mestres de cerimônia e poetas. Nas atividades de literatura e educação João Lucas lançou o livreto “Poetizar com JOÃO”, em 2017. A dupla têm atuação em espaços e projetos culturais como o CCBB, Museu Histórico Abílio Barreto, Homenagem a escritora Conceição Evaristo, Festival de Arte Negra, Memorial Minas Gerais Vale, Sesc Palladium, Teatro da Maçonaria, fazem parte do Projeto Encantar com mais duas jovens cantoras, apresentando em eventos culturais, escolas e outros espaços.

Duração: 40 minutos


 

A Literatura, o estado literário, garantem a possibilidade do impossível. A importância da escrita e da produção literária em tempos de turbulência social para mover energias utópicas é urgente. Autores em que a trajetória, e também a voz literária, perpassando tempos de exceção e de fraturas (ou até mesmo ruínas) democráticas, se tornam também testemunhos contundentes e reveladores das relações entre Direitos Humanos e Literatura. 

 

Maria Valéria Rezende (PB)

Nasceu em 1942, em Santos, e vive na Paraíba desde 1976. Formada e Língua e Literatura Francesa, Pedagogia e mestre em Sociologia. Dedicou-se à Educação Popular, em diferentes regiões do Brasil e no exterior. Publica ficção desde 2001. Seu romance “Quarenta dias” ganhou o Jabuti 2015 de ficção e com “Outros cantos” ganhou o Prêmio Casa de las Américas 2017. Lançou em 2019 “Carta à rainha louca”.

 

Marcelo Rubens Paiva (SP)

Escritor, roteirista e dramaturgo, nasceu em 1959 em São Paulo. Estudou Rádio-TV na Escola de Comunicações e Artes da USP, frequentou o mestrado de Teoria Literária da Unicamp, curso de dramaturgia do Centro de Pesquisas Teatrais do Sesc-SP e o Knight Fellow Program da Universidade de Stanford, Califórnia. 

 

Mediação: Adriane Garcia (Belo Horizonte)

Adriane Garcia, poeta (Belo Horizonte). Publicou “Fábulas para adulto perder o sono” (Prêmio Paraná de Literatura 2013, ed. Biblioteca do Paraná), “O nome do mundo” (ed. Armazém da Cultura, 2014), “Só, com peixes” (ed. Confraria do Vento, 2015), “Enlouquecer é ganhar mil pássaros” (e-book pela Vida Secreta, no Issuu, 2015), “Garrafas ao mar” (ed. Penalux, 2018). Edita, com o escritor Sérgio Fantini, o zine literário Bellzebuuu de temáticas político-sociais.

Duração: 75 minutos


 

Carolina

(Jeferson De | Brasil | 2003 | Documentário | 14 min)

A vida de Carolina Maria de Jesus, negra e semianalfabeta, que se tornou um fenômeno literário na década de 1960. Bisneta de escravos, com apenas dois anos de estudos, se apaixonou pela leitura.

Classificação indicativa: livre.

 

Poeta de Sete Faces

(Paulo Thiago | Brasil | 2002 | Documentário | 94 min)

O filme remonta a trajetória do escritor mineiro Carlos Drummond de Andrade. Dos primeiros anos de sua vida, sua mudança para o Rio de Janeiro até o auge de sua carreira. 

Classificação indicativa: livre.


 

Experienciar o caráter da oralidade presente na poesia por meio da apresentação de textos autorais pelos convidados. Performance poética.

Cristiane Sobral (RJ)

Carioca e vive em Brasília. Mãe, escritora, poeta, atriz e professora de teatro. Mestre em Artes (UnB) pesquisa as estéticas nos teatros negros brasileiros. Professora na Secretaria de Educação do DF – SEDF. Escritora e palestrante com participação em eventos diversos países. 

Allan Jonnes (SE)

Poeta, tem 29 anos, e nasceu na cidade de Lagarto-SE. Participou em 2015 da exposição Poesia Agora, que reunia o trabalho de jovens poetas do Brasil para o museu da língua portuguesa. Em 2016 lançou os livros O Problema da Cabeça, e Pequeno Volume. Em 2019 lançou Luz Dentro do Caos, disco de poemas onde experimenta as fronteiras entre a canção e o poema falado junto à banda Madame Javali.

JoMaKa (BH)

Artivista, poeta marginal antimanicomial, educador social, estudante de pedagogia, membro dos coletivos Academia TransLiterária e Mascucetas. Em maio de 2018, numa parceria com o Projeto Bolha do artista Sérgio Salomão, publicou pela primeira vez; ‘Generalidades ou Passarinho Loque Esse’ é o primeiro volume da trilogia, disponível também em áudio book com o objetivo de promover acessibilidade. Em fevereiro de 2019 é convidado para colunista mensal da plataforma Guaja, e cria assim o projeto Literatura Compartilhada. JoMaKA carrega em sua pesquisa e experimentações artísticas a pele de uma pessoa trans não binárie, intersexual, dita esquizofrênica e que tem sede de palavra alada. Avante!

Duração: 60 minutos


A Literatura, como toda arte, estimula o cruzamento de informações, possibilita a sinergia do pensamento, amplia a visão da realidade e até cria realidade nova. A conversa entre Cuti e Luana Tolentino é sobre a fruição através da arte literária – literatura, enquanto uma forma de imaginar. Imaginar o mundo sobre a perspectiva literária e as possibilidades que a norteiam.

 

Cuti (SP):

Cuti é pseudônimo de Luiz Silva. Escritor, mestre e doutor em literatura brasileira, foi um dos fundadores e membro do Quilombhoje (de 1983-1984) e um dos criadores da série Cadernos Negros, em 1978, na qual publicou poemas e contos em 40 de suas 41 edições. Com 20 títulos autorais, sua obra abarca os gêneros conto, poesia, ensaio e teatro. Somam-se, em coautoria, 5 livros e 1 CD (poemas), além de textos publicados em várias antologias no Brasil e no exterior.

 

Mediação:

Luana Tolentino (Belo Horizonte): É professora e Historiadora. Mestra em Educação, lecionou durante 10 anos em escolas públicas de Ensino Fundamental e Médio. Atualmente é professora da Universidade Federal de Ouro Preto. É autora do livro Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula, publicado em 2018 pela Mazza Edições.

 

Duração: 75 minutos


 

O pocket show Negras Autoras foi estruturada a partir das construções cênico musical dos espetáculos NEGR.A e ERAS, do Coletivo Negras Autoras.As músicas apresentadas são composições das autoras que narram as diversas relações das mulheres negras na sociedade contemporânea. Nesse show é apresentado ao público uma sonoridade forte e marcante das mulheres negras conectadas com seu lugar de fala narrando suas histórias, suas crenças, suas religiosidades e seus posicionamentos.

Negras Autoras (BH):

O Coletivo Negras Autoras é formado por Elisa de Sena, Júlia Tizumba, Manu Ranilla, Nath Rodrigues e Vi Coelho. Todas são artistas com carreiras consolidadas e fortemente ancoradas nas questões da negritude ante a atual sociedade.

Duração: 90 minutos


 

Troque um livro por um abraço. Os livros serão distribuídos de forma totalmente gratuita.

 

Duração: 60 minutos


 

Vinheta com o samba do compositor mineiro Ronaldo Coisa Nossa (Escalada do Nêgo) com o samba de Leci Brandão (Zé do Caroço).

 

Dóris dos Santos (BH)

Mineira de Belo Horizonte, Dóris possui uma encantadora trajetória de mais de 20 anos cantando samba, ritmo com o qual começou a se envolver na infância e simboliza a continuidade sociocultural da matriz africana no Brasil. 

 

Duração: 5 minutos


 

Importante forma de gênero narrativo em prosa, o Romance apresenta temas que, ao longo dos anos, foram se aproximando cada vez mais dos acontecimentos de cada época e se transformando em um reflexo da vida cotidiana. As novas tecnologias e os discurso periféricos entram em pauta e ocupam um importante lugar do debate, que busca mostrar novas formas de produção e envolvimento com a literatura. 

 

Paulo Lins (RJ)

Poeta, romancista, roteirista de cinema e televisão e professor licenciado em Língua Portuguesa e Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Eliana Alves Cruz (RJ)

Carioca, escritora e jornalista e pós graduada em comunicação empresarial. Autora do romance Água de barrela, saga que ganhou o Prêmio Oliveira Silveira de 2015, da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura e Menção Honrosa do Prêmio Thomas Skidmore 2018, do Arquivo Nacional e da universidade americana Brown University. Seu segundo romance, O crime do cais do Valongo, foi escolhido como um dos melhores do ano de 2018 pelos críticos do jornal O Globo. 

 

Mediação:

Sérgio Fantini (Belo Horizonte)

Sérgio Fantini é escritor. Em 2019 lançou, pela editora Pulo, o livro de memórias e poemas Quarenta, em que registra quatro décadas de publicações literárias: poemas, contos e romances.

 

Duração: 75 minutos

 


 

A expansão e a popularização da poesia falada nas periferias brasileiras e a importância da cultura Hip-hop como espaço de transformação dos sujeitos, das narrativas junto ao testemunho literário das comunidades periféricas do Brasil como importante instrumento de subversão e criação de outros sentidos e conteúdos para as palavras. 

 

Renan Inquérito (SP)

Doutor em Geografia pela Unesp Rio Claro – SP, poeta com dois livros lançados“#PoucasPalavras” e “Poesia pra encher a laje”, é líder do grupo de rap Inquérito há 20 anos. Idealizador da Parada Poética, que acontece mensalmente desde 2013  na Estação Ferroviária de Nova Odessa – SP e se estendeu para diversos lugares do Brasil e do mundo. Realiza constantemente oficinas, workshops e palestras com adolescentes dentro da Fundação CASA, CREAS e CAPS, além de Feira Literárias, escolas e centros culturais.

 

Luz Ribeiro (SP)

Em tempos de redes sociais, luz ribeiro prefere pousar em redes de balanços e afetos, @luzribeiropoesia tem alguns seguidores, mas luz sonha em ter sempre com quem seguir. Luz é coletiva: slam das Minas-SP e legítima defesa. Autora dos livros (in)dependentes eterno contínuo (2013) e espanca-estanca (2017).  Ganhadora dos campeonatos nacionais de poesia FLUPP BNDES (2015) e SLAM BR (2016) e semifinalista na COUPÉ DU MONDE DE POÉSIE (FRA – 2017). Paulistana nasceu antes de aquário pra presa não ficar. Luz é: mar-mãe de Ben e filha-mar de Odoyá.

 

Mediação:

Bim Oyoko (Belo Horizonte) 

35 anos, Catador de palavras que traz seus versos de raízes fincadas na ExtremOeste da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Conheceu o Rap na década de 90 onde se inseriu na Cultura Hip Hop, desde 2013, ele circula pelos Saraus e Slams de periferia. Atualmente faz parte do coletivo do Nosso Sarau e do Grupo de Rap Texas Griot, em Sarzedo. A mira de sua caneta desenha as palavras com o aprendizado no Hip Hop e demais Culturas de Rua. 

 

Intervenção de Grafite com Wanatta Rodrigues (Belo Horizonte)

Execução de painel de graffiti, tendo como ponto de partida a afirmação da identidade negra nos espaços urbanos por meio do retrato, utilizando as cores da rua como paleta.

 

Duração: 75 minutos


 

Uma reflexão sobre as materialidades e possibilidades das narrativas (de texto, imagens e design) presentes nos livros ilustrados. Reflexão que abarca não só a concepção do objeto livro, como também perpassa aspectos inerentes à formação dos seus criadores. 

 

Anabella López (Argentina)

Anabella López é formada em Design Gráfico pela Universidade de Buenos Aires, onde também lecionou vários anos. Em 2013 muda-se para o Brasil, onde funda e coordena, a escola de ilustração “Usina de Imagens” na cidade de Recife. A partir do ano 2009 trabalha exclusivamente como ilustradora e escritora de livros, os quais já foram publicados na Argentina, Brasil, México, EEUU, Canada, França e nos Emirados Árabes. Já participou de diversas mostras internacionais e em 2019 seu trabalho recebe a Menção Honrosa no Concurso Iberomerica Ilustra, da Fundação SM, sendo selecionada para integrar seu famoso catálogo e participar da Feira do Livro de Guadalajara, México. Já tem publicado mais de trinta títulos ao longo da sua carreira e alguns dos seus trabalhos já foram animados para a TV pública argentina.

Odilon Moraes (SP)

Nascido em São Paulo e formado em arquitetura pela USP com mestrado em Artes Visuais pela UNICAMP, Odilon é ilustrador e autor de livros ilustrados. Ganhador de vários prêmios Jabuti de ilustração e também agraciado por três vezes como ” o melhor livro para crianças do ano” pela FNLIJ com sua obra composta de texto e imagem. Estudioso do livro ilustrado, dá cursos e palestras sobre o assunto. Foi professor convidado do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.

Mediação:

Fabíola Farias (Belo Horizonte)

Fabíola Farias é graduada em Letras, mestre e doutora em Ciência da Informação pela UFMG, com estágio pós-doutoral em Educação na Ufopa. É leitora-votante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

 

Duração: 75 minutos


 

*Programação Associada Programa Cena Plural

Na carreira de Sérgio Pererê, a mudança é uma constante importantíssima: a única coisa que não muda é que ele muda sempre. Em Cada Um, a marca percussiva do artista continua presente, mas a sonoridade sofre mutação e a força, agora, vem dos sons produzidos pelos músicos e produtores musicais Barulhista e Richard Neves, numa proposta eletroorgânica.

 

Sérgio Pererê (Belo Horizonte)

De djembé a guitarra, de charango a rabeca, Sérgio Pererê é um multi- instrumentista, com destaque para o trabalho como percussionista. Trata-se também de um intérprete de timbre peculiar, melódico e potente, que adota no palco uma persona artística magnética. Soma-se a isso o compositor profundo – mas que não se perde em hermetismos – cujas composições já foram gravadas por nomes como Ceumar, Titane e Fabiana Cozza. Mineiro de Belo Horizonte, Pererê fez parte dos grupos Pedra de Tucum, Avone e Tambolelê – com o qual excursionou pela Europa, EUA, Nova Zelândia e México.

 

Duração: 80 minutos


 

O escritor carioca, morador do morro do Alemão, nos convida a lançarmos olhares para a diversidade que nos cerca  e tantas vezes passam despercebidas. Autor de “O livreiro do Alemão”, sua escrita e seu trabalho (para a leitura da literatura associada a um sentido para a vida), se fundem junto a jovens de comunidades de risco social. 

 

Otávio Júnior (RJ)

Nascido em 26/07/1983, carioca do subúrbio do Rio de Janeiro, ator, performance-literário, contador de histórias e produtor executivo teatral. Atua no segmento de entretenimento infantil desde 1998. É o coordenador-executivo do Projeto Ler é 10/ leia favela, desenvolve programas e atividades de promoção de leitura, é pesquisador autodidata de literatura infanto-juvenil. Escreve contos, roteiro de história em quadrinhos e poesias infanto-juvenis.

 

Duração: 70 minutos


 

Allan da Rosa (SP): É autor de ficção, teatro, poesia e ensaio. Integrante do Movimento de Literatura das Periferias de São Paulo. Historiador, mestre e doutorando em Educação pela USP, onde pesquisa ancestralidade, imaginário e cotidiano negro. Já se apresentou, ministrou oficinas e cursos em universidades, centros culturais, teatros e bibliotecas comunitárias de diversos países, tais como Moçambique, EUA, Cuba, México, Colômbia, Bolívia e Argentina. É capoeira, angoleiro aprendiz, desde 1999.

 

Jarid Arraes (CE):

Nascida em Juazeiro do Norte, na região do Cariri (CE), em 12 de Fevereiro de 1991, Jarid Arraes é escritora, cordelista, poeta e autora dos livros “Redemoinho em dia quente“, “Um buraco com meu nome“, “As Lendas de Dandara” e “Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis“. Curadora do selo literário Ferina, atualmente vive em São Paulo (SP), onde criou o Clube da Escrita Para Mulheres e tem mais de 70 títulos publicados em Literatura de Cordel. 

 

Mediação: Duda Salabert (Belo Horizonte)

Professora de literatura e idealizadora da Transvest – ong de educação popular para travestis e transexuais de BH.  Mãe da Sol, vegana e poetisa bissexta.

 

Duração: 75 minutos


 

Mesa em que se propõe que a aproximação da palavra literária, seja ela escrita ou falada, reverência e perpassa o  reconhecimento  do que temos de mais genuíno (nossa oralidade, nossas memórias, nossos quintais) e nos desafia, também, a transcender os limites entre mundos imaginários e mundos possíveis. Para nos entendermos como autores e intérpretes da nossa própria visibilidade.

 

Ana Maria Gonçalves (Ibiá-MG): É mineira de Ibiá, nascida em 1970. Publicitária por formação, cansou-se do ritmo intenso da profissão e decidiu dedicar-se exclusivamente à literatura.  Sua estreia no romance se dá em 2002, com a publicação de Ao lado e à margem do que sentes por mim e em 2006, a autora tornou-se conhecida em todo o país com o lançamento de Um defeito de cor.

 

Marcelino Freire (PE): É escritor. Nasceu em 1967, em Sertânia, PE. Viveu no Recife e, desde 1991, reside em São Paulo. É autor, entre outros, dos livros Angu de Sangue (Ateliê Editorial) e Contos Negreiros (Editora Record – Prêmio Jabuti 2006).

 

Mediação: Samuel Medina (Belo Horizonte): É escritor, contador de histórias e mediador de leitura. Formou-se bacharel em Letras pela UFMG e atua como servidor da Fundação Municipal de Cultura na Gerência de Bibliotecas e Promoção da Leitura e da Escrita. Faz parte do Coletivo Simples de literatura e poesia.

Duração: 75 minutos


(Tatiana Lohmann / Roberta Estrela D’Alva | Brasil | 2017 | Documentário | 81 min)

Documentário sobre uma atividade cada vez mais comum no país nos últimos anos: as Poetry Slams, batalhas de poesia performáticas que atraem ouvintes de diferentes realidades sociais e vivências. A produção ainda viaja para os Estados Unidos, local onde o estilo nasceu e depois se expandiu rapidamente para o mundo todo.

Classificação indicativa: 12 anos.


 

Encontro inédito entre as campeãs e os campeões de todas as edições do Campeonato Brasileiro de Poesia Falada – Slam BR desde a sua primeira edição, em 2014. Criado em 2008 por Roberta Estrela D’Alva, a “ZAP! Slam: Zona Autônoma da Palavra” é a primeira batalha de poesia do Brasil, inspirada em um movimento norte americano.A manifestação cultural que, ocupando as praças públicas, completou uma década no Brasil em dezembro de 2018, se replicou e já são mais de 60 comunidades de slams espalhadas pelo país.  A grande batalha nacional reunirá no FliBH os vencedores: João Paiva (BH) – primeiro campeão do SlamBR – 2014; Lucas Afonso (SP) – vencedor em 2015; Luz Ribeiro (SP)  – campeã no ano de 2016; Bell Puã (PE) – campeã em 2017 e Pieta Poeta (BH) atual campeã do SlamBR – 2018. Para conduzir a celebração da palavra convidamos Rogério Coelho (BH) e Thais Cavalhais (BH) do Slam Clube da Luta – primeiro Slam de Minas Gerais; e o slammaster Alessandro Dornelos  – do Slam Ondaka de Uberaba/MG.  

 

Convidados: Bell Puã (PE), João Paiva (Belo Horizonte), Lucas Afonso (SP), Luz Ribeiro (SP), Pieta Poeta (Belo Horizonte)

Apresentadores: Rogério Coelho (Belo Horizonte) e  Alessandro Dornelos (Uberlândia-MG)

Contadora de Notas: Thais Carvalhais (Belo Horizonte)

 

Duração: 120 minutos